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Pesquisa Ibope Ambiental

Pesquisa divulgada pelo Ibope teve como objetivo identificar políticas e programas de ações afirmativas relacionadas à sustentabilidade junto a empresas brasileiras e multinacionais que atuam no Brasil. Foram consultadas médias e grandes empresas brasileiras e multinacionais atuantes no Brasil, nos ramos da indústria, construção civil, comércio, serviços e administração pública.

Entre os resultados, a pesquisa mostra que 52% das 400 envolvidas têm a área de sustentabilidade estruturada, enquanto 48% não possuem. Das que praticam ações sustentáveis, oito em cada 10 possuem um plano estratégico de sustentabilidade.

A pesquisa mostra, entre seus destaques, uma mudança de comportamento do consumidor:

“A atitude das empresas em relação à sustentabilidade será um diferencial importante para os consumidores de 2022, sendo que 50% considera que os consumidores procurarão comprar marcas de organizações socialmente responsáveisâ€


Confira na íntegra: http://www.ibope.com/ambiental/

Por:
Mariana Moraes
Tags:
Ibopemeio ambiente

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Sim as criancas podem gostar de ler

Despertar o interesse das crianças pela leitura é assunto sério. Preocupados com o tema, a Fundação Abrinq e a ONG Save the Children, em parceira com o banco alemão Deutsche Bank, desenvolveu o projeto ‘No Pé da Letra. Sim, crianças podem gostar de ler!’ Um material para ser trabalho pelos professores de Escolas Municipais de Educação Infantil em Campo Limpo com crianças de 0 a seis anos.

O material oferece práticas pedagógicas relacionadas à leitura, respondendo perguntas como “Por que Educação Infantilâ€, “Como fazer a criança gostar de ler†e tem como objetivo capacitar profissionais que atendem crianças da pré-escola para que possam desenvolver práticas em sala de aula que favoreçam a construção de uma imagem positiva da leitura como uma atividade prazerosa, divertida e cotidiana.

Foram diretamente beneficiadas pelo projeto 1818 crianças, 7.785 indiretamente e 32 educadores.

Clique aqui e confira: ‘No Pé da Letra. Sim, crianças podem gostar de ler!’

Por:
Mariana Moraes
Tags:
AbrinqcriançasleituraSave the Children

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Consumidores cobram por responsabilidade corporativa

A Cone Communications divulgou um estudo que mostra que o consumidor atual cobra por uma atitude mais socialmente responsável por parte das empresas. Elas serão cobradas por atitudes que transformem o mundo. A pesquisa envolveu 10.000 consumidores em 10 países, entre eles o Brasil. Os países selecionados representam mais da metade populacional do mundo.

Os temas principais requeridos pelos consumidores são: desenvolvimento econômico, meio ambiente, direitos humanos, pobreza e fome, educação, saúde e água. Estes entrevistados dividem-se entre esperar por ações da empresa que sejam globais, nacionais ou locais.

Veja a pesquisa completa: 2011 Global Consumers Demand Greater Corporate Responsabi​lity

Por:
Mariana Moraes
Tags:
Coneconsumidorresponsabilidade

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Cone case evolution study

Autoria: Cone

Público: a pesquisa Cone apresenta dados de uma pesquisa online conduzida de 29-30 de julho de 2010 pela ORC por uma porcentagem demograficamente representativa dos Estados Unidos. Foram consultados 1057 adultos, sendo 512 homens e 545 mulheres com 18 anos ou mais. A margem de erro é de 3%.

Resumo: a pesquisa mostra a expectativas e comportamento dos consumidores em relação ao suporte das empresas a causas ambientais e sociais.

Destaques:

  • 81%  dos americanos compram produtos em que uma parte das vendas é revertida para uma causa
  • 83% dos americanos esperam que os produtos, serviços e fornecedores apóiem causas
  •  85% dos consumidores americanos tem uma imagem mais positiva da empresa quando ela dá suporte a uma causa
  •  90% dos consumidores americanos desejam que as empresas indiquem de que maneira estas tem dado suporte a causas. Em outras palavras: mais de 278 milhões de pessoas nos Estados Unidos estão interessadas em saber o que as empresas tem feito pela sociedade

Clique aqui e leia a pesquisa na íntegra ( inglês)

Por:
Mariana Moraes
Tags:
2010comportamentoConeconsumidorEstados Unidos

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O Consumidor Brasileiro e a Sustentabilidade

Autoria: Instituto Ethos, Akatu e GfK

Público: A pesquisa ouviu 800 mulheres e homens, com idade igual ou superior a 16 anos, de todas as classes sociais e regiões geográficas do país, nas regiões metropolitanas de Belém, Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, bem como em Goiânia, Manaus e noDistrito Federal.

Resumo: A publicação integra a série sobre responsabilidade social e se soma à pesquisa “Práticas e Perspectivas da RSE no Brasilâ€. Analisa atitudes e comportamentos dos brasileiro frente ao Consumo Consciente, bem como percepções e expectativas sobre a responsabilidade social empresarial.

Destaques:

O percentual de consumidores conscientes manteve-se em 5%, o que, considerando-se o aumento populacional, significa um crescimento de cerca de 500 mil consumidores aderindo a valores e comportamentos mais sustentáveis. (pág. 51)

Constatou-se um crescimento (de 25% para 37% do total) do segmento de consumidores mais distantes desses valores e comportamentos – o grupo chamado de “indiferenteâ€. (pág. 51)

Metade da população estudada (49%) está desconectada do debate da sustentabilidade, qualquer que seja a chave de entrada para ele – ecologia, meio ambiente, sustentabilidade ou RSE. Se forem somados a esse grupo os 11% que estão apenas interessados no tema, chega-se a 60% de baixo envolvimento com esse debate. (pág. 22)
 
A renda média anual do brasileiro, que era de R$ 6.800,00 em 2000, deve chegar, segundo projeções, a R$ 17.500,00 no final de 2010. Isso representa um ganho real de cerca de 30% nesta década, descontada a inflação. (pág. 09)

Entre os “mais conscientesâ€, estão praticamente 1 em cada 3 consumidores. Este é um grupo mais aguerrido, especialmente na internet, onde busca ativamente informações sobre RSE e sustentabilidade, e ainda é ativo em influenciar os outros. Esse grupo tem também um poder potencialmente importante para influenciar tanto empresas como outros consumidores. (pág. 34)

56% dos consumidores nunca ouviram falar em “sustentabilidadeâ€. No grupo que afirma conhecer o termo “sustentabilidadeâ€, há problemas com sua definição. Uma parcela significativa (21% dos que dizem conhecer o termo, ou 9% do total) não consegue dar nenhuma definição para ele. Outra parcela (19% do total) apresenta uma compreensão incorreta de sustentabilidade, ligada principalmente a autossustento – “ter renda para sustentar a famíliaâ€, “sustentar a família†ou “se sustentar sozinhoâ€. (pág. 30)

Confira o estudo na íntegra.