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Greenwashing no Brasil – Apelos Ambientais nos Rótulos dos Produtos

Autoria: Market Analysis

Ano: 2010

Local: Brasil

Público: Pontos de Venda, de diversos setores e categorias, em Florianópolis

Resumo: A pesquisa avalia os rótulos e etiquetas dos produtos quanto aos compromissos tangíveis e transparentes com o meio ambiente, e em relação a não induzir o consumidor a falsas conclusões sobre o produto. Tem como objetivo orientar fabricantes e varejistas a evitar os “pecados” da rotulagem ambiental.

Destaques:

1) apenas 20% do conteúdo dos anúncios mostram de fato os resultados obtidos com suas ações e o investimento realizado.(pg.5 – gráfico2)

2) No Brasil, entre todos os produtos verificados, 90% destes cometeram pelo menos um dos sete pecados da rotulagem ambiental.(pg.13)

3) Pecado da Incerteza é o mais cometido entre os produtos brasileiros, correspondendo a 46% de todos os pecados cometidos e percebido em 55% de todos os produtos verificados que contém apelos ecológicos.(pg.20 – gráfico 8)

4) nos últimos 4 anos a proporção de brasileiros que premiam corporações por seus comportamentos socialmente e ambientalmente mais responsáveis subiu de 12% para 22% (pg.33 – gráfico 17)

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Estudo sobre Responsabilidade Compartilhada

Autoria: Cone – Building Brand Trust

Ano: 2010

Local: EUA

Público: Consumidores, acima dos 18 anos, ambos os gêneros

Resumo: O estudo demonstra a importância da responsabilidade compartilhada, e a percepção dos consumidores a respeito do envolvimento deles com as ações sócio-ambientais das empresas.

Destaques:

1)81% dos pesquisados querem ser envolvidos na forma com que a empresa apoia questões sociais e ambientais (pg1)

2) Para ajudar a influenciar a prática social corporativa  e iniciativas ambientais,70% dos consumidores estariam dispostos a participar de pesquisas sobre o  assunto  (pg3)

3) 81% dos consumidores  pesquisados querem estar envolvidos nas questões sociais e ambientais que a empresa apoia (pg4)

4) 64% acreditam que as empresas podem atingir os consumidores fornecendo informações sobre seu desenvolvimento social e ambiental através dos canais publicitários. (pg4)

O poder das marcas sem fins lucrativos

Autoria: Cone – Building Brand Trust e Intengible Business

Ano: 2010

Local: EUA

Público: Consumidores, acima dos 18 anos, ambos os gêneros

Resumo: O relatório explora a relação entre marcas sem fins lucrativos e seus desempenhos financeiros, e os impactos de suas parcerias empresariais junto aos consumidores.

Destaques:

1) Organizações sem fins lucrativos líderes estão transformando suas missões em marcas sociais inovadoras, aproveitando o poder de parcerias empresariais para reunir novos adeptos com um atraente convite à ação (pg1- 2010 cone release and fact sheet).

2) 75% querem conhecer os resultados das parcerias, incluindo o efeito sobre a questão social ou o dinheiro arrecadado para a causa. 45% acha que as empresas sem fins lucrativos  divulgam informações suficientes sobre suas parcerias.  (pg2- 2010 cone release and fact sheet).

3) Quando as organizações sem fins lucrativos tornam-se  parcerias de empresas, 56% dos consumidores tornam-se mais propensos a comprar um produto associado com a parceria (pg2- 2010 cone release and fact sheet).

4) 75% querem ser informados  sobre os resultados das parcerias entre empresas e organizações sem fins lucrativos  (pg2- 2010 cone release and fact sheet).

Por:
Margareth Goldenberg
Tags:
causasconsumidoresmarcasparcerias

Interatividade

Papel, plástico ou tóxicos? – Navegando pelo mundo desafiador do marketing ambiental

Autoria: Cone

Ano: 2008

Local: EUA

Público: Consumidores, adultos, ambos os gêneros

Resumo: Folheto de orientação para empresas – Aponta, a partir dos resultados de uma pesquisa, o que os consumidores esperam das empresas em relação ao impacto ambiental dos produtos e serviços que vendem. O folheto contém ainda exercícios e propõe rotas de ação.

Destaques:

1) Divulgue o impacto: 70% dos americanos dizem que quantificar o impacto ambiental real de um produto ou serviçoinfluencia positivamente em suas decisões de compra.(pratica nº3)

2) 54% dos americanos dizem que são mais propensos a procurar informações on-line através do website de uma empresa. 45% procuram através da embalagem do produto  (pratica nº6)

3) Crie um momento de aprendizagem: faça uma pergunta, levante um problema, ofereça uma solução.  (pratica nº 8)

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Por:
Margareth Goldenberg
Tags:
ambienteconsumidoresimpactomarketingsustentabilidade

Interatividade

Reflexos do índice de sustentabilidade empresarial (ISE) na imagem das empresas: uma análise do papel do papel do consumidor consciente e do marketing ambiental.

Autoria: Gabriela Negrão de Figueiredo, Regilane Lacerda Abreu, Alexandre Luzzi Las Casas

Ano: 2008

Local: Brasil

Público: Análise Acadêmica

Resumo: O artigo avalia como os consumidores reagem à participação das empresas no ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial), quais são os reflexos para a imagem da organização, segundo a visão do consumidor, e qual o papel do marketing ambiental neste contexto.

Destaques:

1) 98% manisfestam opinião favorável sobre a participação da empresa no ISE (pg.11 – tabela3)

2)93% mostram-se favoráveis ao desenvolvimento de campanhas de marketing para informar ao público seu desempenho na área (pg.12 tabela 5)

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