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Desafios urbanos e as mudanças climáticas

Autoria: CEBDS  +  Market Analysis

Ano: 2010

Local: Brasil

Público: Adultos, de 18 a 69 anos, das classes sociais ABC, e Formadores de Opinião, do Rio de Janeiro

Resumo: A pesquisa investiga os caminhos que levem a uma melhor gestão do combate às causas das mudanças climáticas e dos problemas ambientais. Tem como objetivo sensibilizar  as empresas sobre a necessidade de adotar formas menos poluidoras de fabricar seus produtos ou serviços.

Destaques:

1) 85% acredita que a qualidade de vida estará pior devido a mudanças climáticas (pg.6 – evolução dos problemas)

2) A pesar das críticas, 43% acreditam que o governo continua sendo o agente com melhor competência e responsabilidade para lidar com o aquecimento global (pg.10)

3) 90% do publico em geral e 98% dos formadores de opiniãodefendem a  necessidade das empresas adotar formas menos poluidoras de fabricar seus produtos ou serviços. (pg 15 – caminhos de solução)

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Por:
Margareth Goldenberg
Tags:
empresasimpactomeio ambienteprodutossustentabilidade

Interatividade

Práticas Perspectivas de RSE no Brasil – 2008

Autoria: Institutos Akatu, Instituto Ethos e IBOPE

Ano: 2009

Local: Brasil

Público: Empresários de empresas de diferentes portes, segmentos e regiões

Resumo: A pesquisa retrata o atual panorama da atuação efetiva das empresas brasileiras em responsabilidade social.

Destaques:

1) Apesar do maior envolvimento, a responsabilidade social nas empresas, no Brasil, ainda é um processo em construção.(pg.14)

2) Apesar das praticas de responsabilidade social estarem sendo crescentemente incorporadas nas empresas, falta por outro lado uma maior formalização e institucionalização em nivel estratégico e político. (pg.20 gráfico 11)

3) 30% das empresas discute com fornecedores os impactos ambientais da obtenção de matéria- primas e pelo processo de produção, incentivando-os a reduzí-los. (pg.23 gráfico 14)

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Dossiê Universo Jovem

Autoria: MTV + Datafolha + A Arte da Marca

Ano: 2008

Local: Brasil

Público: Jovens, de 12 a 29 anos, classes sociais ABC, principais cidades

Resumo: A pesquisa traça um cenário do universo jovem em vários aspectos, e aprofunda a questão da Sustentabilidade – percepção de conceitos, posturas, atitudes e demandas em relação aos diversos setores da sociedade e empresas.

Destaques:

1) Dois assuntos ligados ao meio ambiente já aparecem entre os temas que mais preocupam os jovens: aquecimento global e poluição (O que preocupa e amedronta o jovem – n 33 grafico 11)

2) Todas as preocupações do jovem com o futuro dizem respeito a um questionamento: como será a qualidade de vida da minha geração? (O Futuro – n 35 grafico 12)

3) Quando se comparam com a média da população, os jovens se percebem mais atuantes na preservação do meio ambiente. Vêem a população, de maneira geral, como menos informada, menos consciente, mais ignorante sobre as questões ambientais e, por isso, mais passiva, com uma atitude de quem “não está nem aí”. (O jovem X a população -n.41 grafico 14)

4) A imagem das empresas não é muito favorável entre os jovens quando o assunto é meio ambiente. Eles percebem mais propaganda que ação, mais moda e interesse financeiro que investimento. Embora não mencionem o termo “greenwash” já existe a percepção que esta é a prática de algumas empresas. (O compromisso ambiental das empresas – n 49 grafico 16)

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Por:
Margareth Goldenberg
Tags:
ambienteempresasjovemsustentabilidade

Interatividade

O poder das marcas sem fins lucrativos

Autoria: Cone – Building Brand Trust e Intengible Business

Ano: 2008

Local: EUA

Público: Consumidores + Publicações

Resumo: O estudo analisa a escolha das 100 melhores empresas sem fins lucrativos, fornecendo uma compreensão detalhada dos componentes que afetam o sucesso destas empresas.

Destaques:

1) Top 10: Para estar entre as Top 10, além do destaque financeiro e a propensão para o crescimento futuro, a empresa deveria ter uma imagem de marca forte, solidificando-se como marca sem fins lucrativos. (pg.13)

2) As empresas que constituiram uma marca poderosa devem aproveitar para levantar fundos para desenvolver seus programas. Têm uma  oportunidade extraordinária de transformar a consciência dos consumidores da marca em doadores comprometidos.(pg.19)

3) Muitas organizações sem fins lucrativos e seus parceiros corporativos estão se voltando para captação de recursos digitais, microfilantropia e comunidades online como formas relevantes para alcançar novos doadores, como parte de seu cotidiano. (pg .27 – item3)

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Por:
Margareth Goldenberg
Tags:
empresasmarcassucesso

Interatividade

Perfil do voluntariado empresarial no Brasil

Autoria: RIOVOLUNTÁRIO +  Conselho de Voluntariado Empresarial

Ano: 2007

Local: Brasil

Público: Empresas

Resumo: A pesquisa permite conhecer o cenário do voluntariado empresarial no Brasil – conceitos, posturas, ações realizadas, formas de avaliação do impacto. O Conselho de Voluntariado Empresarial, um dos realizadores, é entidade criada para incentivar, de forma organizada e estruturada, o voluntariado no meio empresarial.

Destaques:

1) A participação de membros da diretoria dando exemplo na realização de ações voluntárias, é o segundo fator mais preponderante no que se refere à contribuição para o engajamento de colaboradores, atingindo 78% das indicações. Uma diretoria participativa é fortemente vinculada ao sucesso de um programa de voluntariado empresarial, na percepção da expressiva maioria dos respondentes – 94% da amostra total. (Pg 37 – gráfico 19)

2) 49% das empresas possuem uma equipe com duas ou mais pessoas dedicadas à promoção do voluntariado. Este indicador é  muito importante porque evidencia que o nível de comprometimento das empresas com a temática está em movimento de ascensão. (Pg 40 – Gráfico 22)

3) Apenas 43% das empresas possuem indicadores de avaliação, índice que é praticamente inconcebível quando o assunto é Business. (pg 42 – gráfico 26)

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Por:
Margareth Goldenberg
Tags:
empresasvoluntariadovoluntário

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