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Ajudar o mundo de A a Z

‘Relacionamentos por um Mundo Melhor’ é o lema da Behavior, consultoria de comportamentos humanos da repensadora Nany Bilate. A empresa acredita que todos nós podemos contribuir para um mundo melhor e, para dar o primeiro passo, ela já sopra umas dicas. São ‘100 maneiras de ajudar o mundo’.

Reaproveite o filtro de café, diga adeus ao papel toalha, entre na onda do “Dia de Não Comprar Nada” e até coma devagar aparecem na lista.

Mas o interessante é que as dicas não estão soltas, o link explica o porquê de cada uma das sugestões. Por exemplo, o site sugere “Coma frutas e legumes da época”, e logo vem o por que: A natureza não produz bananas ou melancias o ano inteiro. Nenhuma planta frutifica o tempo todo.   Então de que forma é possível encontrar sempre as mesmas hortaliças nos supermercados?  Ora, cultivando de maneira a induzir a frutificação.  Isso significa usar uma grande quantidade de água, agrotóxicos e poluentes do solo. Na hora da feira, portanto, fique atento à temporada e compre somente o que estiver dentro da estação.  Natureza e paladar agradecem.

Numa lista com 100 itens, há oportunidade de todos os tipos para adotar e colaborar por um mundo melhor.

Segue: 100 maneiras de ajudar o mundo

O que os consumidores brasileiros pensam sobre a sustentabilidade

Pesquisa lançada pelo Instituto Ethos e Akatu chama atenção para o desafio de promover atitudes e comportamentos conscientes junto à nova classe média

Quem são os consumidores conscientes e o que esperam das empresas e governos? Como promover a responsabilidade compartilhada entre esses três atores?  Qual a percepção do brasileiro quanto à sustentabilidade? Cada vez mais determinantes para os rumos dos negócios e do País, essas são algumas questões sobre as quais a pesquisa “O consumidor brasileiro e a sustentabilidade” lança luz.

Encomendado pelo Instituto Ethos e Akatu, esse levantamento, conduzido pela empresa de pesquisas GfK, mostra que a fatia de consumidores conscientes permanece em 5% da população. Entretanto, houve crescimento (de 25% para 37%) do segmento mais distante do consumo consciente, o grupo chamado de “Indiferente”.

De forma geral, o crescimento do segmento de consumidores “indiferentes” é creditado ao movimento de ascensão social e de incorporação no mundo do consumo de uma parte significativa da população brasileira. A combinação de aumento populacional e de renda transformou a classe C no segmento com o maior poder de consumo no País.

Nos últimos anos viu-se crescer a parcela da população pertencente à classe C, que atingiu 50,5% da população em 2009. Isso significa que um contingente de cerca de 29 milhões de pessoas passaram a fazer parte desse grupo, entre 2003 e 2009. Essa chamada “nova classe média brasileira” tem um perfil mais jovem, de maioria afrodescendente e com mais famílias chefiadas por mulheres.

A mobilidade social torna o desafio de traduzir a sustentabilidade para o dia-a-dia dos brasileiros ainda mais expressivo (56% nunca ouviram falar do conceito). Além das políticas públicas e soluções tecnológicas e organizacionais capazes de minimizar os impactos da previsível explosão de consumo, o estudo reforça a importância de trabalhar no redirecionamento das aspirações da sociedade como um todo.

“É necessário um esforço urgente e sem precedentes para dissociar “aumento contínuo do consumo de “maior felicidade e realização. Essa equação, que moveu (e move) o crescimento da sociedade de consumo, é incompatível com o duplo objetivo de “inclusão social com sustentabilidade”, ressalta o estudo.

Quem está disposto a punir e recompensar empresas

Há um interesse relativamente baixo sobre responsabilidade social empresarial, quando colocada em termos simplesmente conceituais. Como decorrência desse fato, também se constata um percentual baixo de consumidores que buscam informações sobre esse tema. Do total estudado, 16% afirmam buscar informações sobre RSE. Entre esses, destacam-se consumidores universitários e os das classes A e B.

Esses consumidores premiam empresas mais responsáveis e punem as menos responsáveis. Eles buscam se informar mais por internet e TV, mas a internet não desfruta ainda da mesma credibilidade da TV e dos jornais, estes pouco citados como fonte de informação sobre RSE, mas bem citados no quesito credibilidade.

Os consumidores, de maneira geral, repudiam a propaganda enganosa e o tema que mais conta pontos positivos são as relações de trabalho: 80% apontam o desenvolvimento de alguma ação ligada à dimensão “Direito das Relações de Trabalho” como importante para que uma empresa seja considerada socialmente responsável.

O estudo revela também certa estabilidade no grupo dos “mais conscientes”, que ainda são praticamente 1 em cada 3 consumidores. Este é um grupo mais aguerrido, especialmente na internet, onde busca ativamente informações sobre RSE e sustentabilidade, e ainda é ativo em influenciar os outros. Também tem um poder potencialmente importante para influenciar tanto empresas quanto outros consumidores.

Confira a íntegra desse relatório na seção Estudos e Pesquisas.

Por:
Juliana Lopes
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AkatubrasileiroscomportamentoconsumoEthos

Interatividade

A hora e a vez das supermães

De acordo com um levantamento da instituição norte-americana Cone, as mães representam o grupo de consumidores conscientes mais ativo nos Estados Unidos. Entre as entrevistadas, 95% reconhecem o marketing relacionado a causas e 41% compraram algum produto que faz uso dessa estratégia. 

Esse é um sinal claro de que as questões éticas, sociais e ambientais já começam a integrar o conjunto de valores desse público, influenciando o seu comportamento no médio e longo-prazo.

Cabe as empresas apresentarem alternativas que atendam a esses anseios, seja no posicionamento de suas marcas ou no desenvolvimento de produtos sócio-ambientalmente preferíveis. Do contrário, correm o risco de perder a confiança de um público significativo, uma vez que 80% das decisões de compras domésticas são tomadas pelas mães.
Segundo o estudo, elas apresentam um perfil multi-tarefa: trabalham, cuidam dos filhos e da saúde da família, desempenhando duplas e até triplas jornadas. Essa característica se reflete na sua decisão de compra, pois passam a preferir produtos que atendam uma gama cada vez maior de necessidades e preocupações, entre as quais questões ambientais, sociais e relacionadas à saúde.

E uma vez que as mães demonstram tais preocupações não causa surpresa que seus filhos manifestem comportamento semelhante. Essa é outra constatação do estudo: 73% dos jovens de 18 a 24 anos estão dispostos a comprar um produto que eles nunca ouviram falar antes se ele apoiar uma causa.  Além disso, 87% consideram o compromisso das empresas com uma causa ao decidir onde trabalhar.

Essa geração está entrando para o mercado com um forte senso de responsabilidade social e ambiental. Sendo assim, o alinhamento da marca a alguma causa também se mostra interessante para a atração e retenção de novos talentos.

Confira a síntese desse levantamento na seção Estudos e Pesquisas.

Por:
Juliana Lopes
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comportamentoconsumogeração Ymulheressustentabilidade

Interatividade

Brasileiros ainda fazem confusão quando o assunto é sustentabilidade

Acontece semana que vem, em São Paulo, o Fórum Internacional de Varejo, promovido pela consultoria Gouvea de Souza. Este ano, o tema do evento será a sustentabilidade e para orientar as discussões foi realizada uma ampla pesquisa sobre o tema aqui no Brasil.

Para começo de conversa, a pesquisa confirmou que a definição de sustentabilidade ainda não está clara para todo mundo. Tem gente que ainda pensa que ser sustentável é ter dinheiro para pagar as contas, veja você.

Segundo a ONU, sustentabilidade significa equilibrar aspectos financeiros, sociais, ambientais e de bem estar das pessoas sem comprometer as gerações futuras. No Brasil, porém, o tema ainda está predominantemente ligado a questões ambientais. Para 86% dos brasileiros, sustentabilidade é proteger o meio ambiente e para 75% significa reciclar o lixo.

Os brasileiros se dividem entre os que dizem praticar a sustentabilidade no dia a dia e os que admitem que não o fazem ou que só fazem se isso não afetar o seu conforto. A adesão à causa é maior nas classes A e B. Curiosamente, um dos principais motivos alegados pelos que não praticam a sustentabilidade é a falta de dinheiro para comprar esses produtos. Por outro lado, os brasileiros admitem pagar até 8% mais por um produto sustentável.

Isso tudo prova que o pior problema é mesmo a desinformação sobre esse tema tão importante.

Fonte: ABRASCE/Blog de Marketing – Luiz A. Marinho

Por:
Juliana Lopes
Tags:
brasileirocomportamentoconsumo

Interatividade

Seis peças de roupas para usar durante um mês. Você consegue?

Desafio foi lançado na internet por duas amigas americanas e já conta com a participação de cerca de cem pessoas de vários países

Não comprar nenhuma peça de roupa durante um ano inteiro ou usar apenas seis itens, ou menos, dos que já fazem parte do seu armário durante um mês. É o desafio “Seis peças ou menos”, lançada na internet por duas amigas americanas e que já tem aderência de cerca de cem pessoas espalhadas por diversos países.

Segundo Heidi Hackemer, uma das idealizadoras do projeto, o objetivo é “aguçar a criatividade das pessoas, para que invistam em acessórios e em outras maneiras de usar a mesma peça e, ao mesmo tempo, economizar dinheiro”.

“O importante é que as pessoas que aderiram à iniciativa levantaram a questão de como elas se relacionam com o que tem no armário e o que se ganha com isso”, afirma Eric Wilson, jornalista que entrevistou os participantes. “Elas destacaram que há uma preocupação com o que se gasta com roupas e o que se ganha com isso. O resultado dessa ‘dieta’ é que as pessoas vão ficar mais conscientes a respeito da forma com que se compram roupas”.

E você? Consegue escolher apenas seis peças do seu armário para usar durante 30 dias? Acesse o site, faça seu cadastro e conte sua experiência para consumidores do todo o mundo.

Clique aqui para assistir à reportagem feita pelo jornal americano New York Times sobre esta iniciativa e ver como Heidi conseguiu vencer esse desafio.

Por:
Margareth Goldenberg
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comportamentocriatividadeculturaModa

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