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Jovens brasileiros: escute, pense, participe!

Hoje (03/10) acontece mais uma palestra do evento Juventudes brasileiras, organizado pela ESPM e pela Globo universidade.  O objetivo dos encontros é apresentar temas sobre jovens por meio de uma perspectiva acadêmica e gerar discussão entre jovens e estudiosos. O que os jovens pensam, afinal, sobre o que se afirma sobre eles? Como ele se situam em relação às questões da sociedade?

O tema de amanhã será ‘Jovens, Consumo e Cidadania’. Saiba mais:

Uma grande crise socio-ambiental assola hoje o nosso planeta. A busca por transparência, por políticas de responsabilidade social, por selos de certificação já não são mais suficientes. Ações de boycotts, de buycotts fazem hoje parte do cotidiano dos jovens em muitas sociedades sinalizando para a busca de consistência entre aquilo que as empresas prometem e o que realmente entregam.

Sobre:

São Paulo – 3/10 (segunda-feira) – no Teatro Eva Herz/Livraria Cultura. Horário: 19 às 21 horas

Participante – Ricardo Abromovay (USP), filósofo, cientista político, professor da FEA-USP

Participante – Lívia Barbosa (CAEPM/ESPM), antropóloga, pesquisadora da ESPM

Participante – Leonardo Sakamoto, jornalista, cientista político e coordenador Repórter Brasil.

Rio de Janeiro – 4/10 (terça-feira)

Participante – Maria Celina de Araújo, cientísta política, professora da PUC-RJ

Participante – Lívia Barbosa (CAEPM/ESPM), antropóloga, pesquisadora da ESPM

Participante – Anderson França, autor do Blog “Diário de um Ativista” , fundador da Dharma Agência e ex-integrante do Grupo Cultural AfroReggae

Por:
Mariana Moraes
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consumoESPMGlobojovenspalestras

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Consumo iluminado

 

Você sabe que lâmpada usar na sua casa de forma a não danificar o meio ambiente e economizar nas contas? O site Planeta Sustentável preparou uma matéria que explica as diferenças de cada lâmpada vendida no mercado e ainda apresenta um quadro comparativo.

As lâmpadas chamadas de LEDs são mais caras, mas a longo prazo – cerca de cinco anos – compensam o gasto tanto em durabilidade quanto pela economia: até 85% mais que as incandescentes. As fluorescentes são também uma boa opção. Elas pagam o investimento na conta de luz em menos de três meses e economizam até 70% em energia.

Confira algumas das dicas que o site oferece: na hora de construir, buscar um projeto que privilegie a ventilação e a iluminação natural. Além disso, procure lavar suas roupas com água fria, o que economiza até 90% de energia. Procure também não deixar eletrodomésticos em stand by e evite usar o micro-ondas como relógio.

Leia a matéria na íntegra: Ideias que iluminam.

Por:
Mariana Moraes
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consumoeconomialuzPlaneta Sustentável

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O que os consumidores brasileiros pensam sobre a sustentabilidade

Pesquisa lançada pelo Instituto Ethos e Akatu chama atenção para o desafio de promover atitudes e comportamentos conscientes junto à nova classe média

Quem são os consumidores conscientes e o que esperam das empresas e governos? Como promover a responsabilidade compartilhada entre esses três atores?  Qual a percepção do brasileiro quanto à sustentabilidade? Cada vez mais determinantes para os rumos dos negócios e do País, essas são algumas questões sobre as quais a pesquisa “O consumidor brasileiro e a sustentabilidade” lança luz.

Encomendado pelo Instituto Ethos e Akatu, esse levantamento, conduzido pela empresa de pesquisas GfK, mostra que a fatia de consumidores conscientes permanece em 5% da população. Entretanto, houve crescimento (de 25% para 37%) do segmento mais distante do consumo consciente, o grupo chamado de “Indiferente”.

De forma geral, o crescimento do segmento de consumidores “indiferentes” é creditado ao movimento de ascensão social e de incorporação no mundo do consumo de uma parte significativa da população brasileira. A combinação de aumento populacional e de renda transformou a classe C no segmento com o maior poder de consumo no País.

Nos últimos anos viu-se crescer a parcela da população pertencente à classe C, que atingiu 50,5% da população em 2009. Isso significa que um contingente de cerca de 29 milhões de pessoas passaram a fazer parte desse grupo, entre 2003 e 2009. Essa chamada “nova classe média brasileira” tem um perfil mais jovem, de maioria afrodescendente e com mais famílias chefiadas por mulheres.

A mobilidade social torna o desafio de traduzir a sustentabilidade para o dia-a-dia dos brasileiros ainda mais expressivo (56% nunca ouviram falar do conceito). Além das políticas públicas e soluções tecnológicas e organizacionais capazes de minimizar os impactos da previsível explosão de consumo, o estudo reforça a importância de trabalhar no redirecionamento das aspirações da sociedade como um todo.

“É necessário um esforço urgente e sem precedentes para dissociar “aumento contínuo do consumo de “maior felicidade e realização. Essa equação, que moveu (e move) o crescimento da sociedade de consumo, é incompatível com o duplo objetivo de “inclusão social com sustentabilidade”, ressalta o estudo.

Quem está disposto a punir e recompensar empresas

Há um interesse relativamente baixo sobre responsabilidade social empresarial, quando colocada em termos simplesmente conceituais. Como decorrência desse fato, também se constata um percentual baixo de consumidores que buscam informações sobre esse tema. Do total estudado, 16% afirmam buscar informações sobre RSE. Entre esses, destacam-se consumidores universitários e os das classes A e B.

Esses consumidores premiam empresas mais responsáveis e punem as menos responsáveis. Eles buscam se informar mais por internet e TV, mas a internet não desfruta ainda da mesma credibilidade da TV e dos jornais, estes pouco citados como fonte de informação sobre RSE, mas bem citados no quesito credibilidade.

Os consumidores, de maneira geral, repudiam a propaganda enganosa e o tema que mais conta pontos positivos são as relações de trabalho: 80% apontam o desenvolvimento de alguma ação ligada à dimensão “Direito das Relações de Trabalho” como importante para que uma empresa seja considerada socialmente responsável.

O estudo revela também certa estabilidade no grupo dos “mais conscientes”, que ainda são praticamente 1 em cada 3 consumidores. Este é um grupo mais aguerrido, especialmente na internet, onde busca ativamente informações sobre RSE e sustentabilidade, e ainda é ativo em influenciar os outros. Também tem um poder potencialmente importante para influenciar tanto empresas quanto outros consumidores.

Confira a íntegra desse relatório na seção Estudos e Pesquisas.

Por:
Juliana Lopes
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A hora e a vez das supermães

De acordo com um levantamento da instituição norte-americana Cone, as mães representam o grupo de consumidores conscientes mais ativo nos Estados Unidos. Entre as entrevistadas, 95% reconhecem o marketing relacionado a causas e 41% compraram algum produto que faz uso dessa estratégia. 

Esse é um sinal claro de que as questões éticas, sociais e ambientais já começam a integrar o conjunto de valores desse público, influenciando o seu comportamento no médio e longo-prazo.

Cabe as empresas apresentarem alternativas que atendam a esses anseios, seja no posicionamento de suas marcas ou no desenvolvimento de produtos sócio-ambientalmente preferíveis. Do contrário, correm o risco de perder a confiança de um público significativo, uma vez que 80% das decisões de compras domésticas são tomadas pelas mães.
Segundo o estudo, elas apresentam um perfil multi-tarefa: trabalham, cuidam dos filhos e da saúde da família, desempenhando duplas e até triplas jornadas. Essa característica se reflete na sua decisão de compra, pois passam a preferir produtos que atendam uma gama cada vez maior de necessidades e preocupações, entre as quais questões ambientais, sociais e relacionadas à saúde.

E uma vez que as mães demonstram tais preocupações não causa surpresa que seus filhos manifestem comportamento semelhante. Essa é outra constatação do estudo: 73% dos jovens de 18 a 24 anos estão dispostos a comprar um produto que eles nunca ouviram falar antes se ele apoiar uma causa.  Além disso, 87% consideram o compromisso das empresas com uma causa ao decidir onde trabalhar.

Essa geração está entrando para o mercado com um forte senso de responsabilidade social e ambiental. Sendo assim, o alinhamento da marca a alguma causa também se mostra interessante para a atração e retenção de novos talentos.

Confira a síntese desse levantamento na seção Estudos e Pesquisas.

Por:
Juliana Lopes
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Brasileiros ainda fazem confusão quando o assunto é sustentabilidade

Acontece semana que vem, em São Paulo, o Fórum Internacional de Varejo, promovido pela consultoria Gouvea de Souza. Este ano, o tema do evento será a sustentabilidade e para orientar as discussões foi realizada uma ampla pesquisa sobre o tema aqui no Brasil.

Para começo de conversa, a pesquisa confirmou que a definição de sustentabilidade ainda não está clara para todo mundo. Tem gente que ainda pensa que ser sustentável é ter dinheiro para pagar as contas, veja você.

Segundo a ONU, sustentabilidade significa equilibrar aspectos financeiros, sociais, ambientais e de bem estar das pessoas sem comprometer as gerações futuras. No Brasil, porém, o tema ainda está predominantemente ligado a questões ambientais. Para 86% dos brasileiros, sustentabilidade é proteger o meio ambiente e para 75% significa reciclar o lixo.

Os brasileiros se dividem entre os que dizem praticar a sustentabilidade no dia a dia e os que admitem que não o fazem ou que só fazem se isso não afetar o seu conforto. A adesão à causa é maior nas classes A e B. Curiosamente, um dos principais motivos alegados pelos que não praticam a sustentabilidade é a falta de dinheiro para comprar esses produtos. Por outro lado, os brasileiros admitem pagar até 8% mais por um produto sustentável.

Isso tudo prova que o pior problema é mesmo a desinformação sobre esse tema tão importante.

Fonte: ABRASCE/Blog de Marketing – Luiz A. Marinho

Por:
Juliana Lopes
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