
Agora ficou na moda: é sustentabilidade pra cá, consumo consciente pra lá. Muitas empresas passaram a utilizar termos ‘verdes’ para se promover, mas muitas vezes por trás das propagandas pouco está sendo feito pelo tema. Para evitar que o consumidor seja enganado pela publicidade chamada de greenwashing – maquiagem verde – o Conar (Conselho nacional de Autorregulação Publicitária) passou a punir, desde 1º de agosto, toda propaganda que não atenda aos requisitos de veracidade, exatidão, pertinência e relevância. O órgão busca, dessa maneira, elevar o nível das propagandas sobre o tema.
Segundo Hélio Mattar, do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente, a decisão é essencial para trazer mais transparência às campanhas publicitárias, ajudando o consumidor na hora da compra. Ele comenta “a propaganda é em geral o principal meio de informação sobre produtos e serviços de que dispõe o consumidor. Na medida em que adota princípios de exatidão, veracidade e relevância, dá melhor uso ao poder de escolha do consumidor, que por sua vez cuida do próprio bolso, de sua saúde, qualidade de vida e do planeta ao premiar empresas mais sustentáveis”.
O Conar poderá retirar, em questão de horas, a propaganda que não comprove os atributos mencionados. Os consumidores em dúvida sobre a veracidade de uma campanha podem denunciar ao Conselho.
Para saber mais sobre o assunto, confira a matéria publicada pelo Akatu.
Saiba mais sobre os 4 requisitos (veracidade, exatidão, pertinência e relevância) requeridos.
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