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Atenção aos selos verdes

Matéria interessante publicada pelo jornal Folha de São Paulo no dia 5 de junho alerta os consumidores para a atenção ao comprar produtos que se dizem ecológicos e sustentáveis: são realmente produtos certificados ou apenas estratégia de marketing? Confira: “Produtos certificados ou maquiagem verde?”

“SELOS PODEM ESCONDER ESTRATÉGIAS DE MARKETING QUE SÓ VISAM AUMENTAR AS VENDAS; CONSUMIDORES PRECISAM APRENDER A PESQUISAR A ORIGEM DAS COISAS

ANA PAULA MESTIERI
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Quem opta por comprar produtos ecologicamente corretos encontra uma infinidade de opções com selos, prêmios e certificações que atestam a não-utilização de meios ou instrumentos de agressão ao ambiente na produção daquele item.

Mas esse símbolo pode ser apenas marketing ambiental. Isso acontece porque a rotulagem de selos verdes no Brasil é um processo de certificação voluntária- a empresa não é obrigada a aderir a um programa específico e pode criar seus próprios selos e padrões de qualidade.

Os selos chamados independentes têm maior credibilidade do que aqueles criados pela própria empresa- autorregulatório- porque deixam claros as metodologias de classificação.

Eles são elaborados por órgãos reguladores do governo, ONGs ou associações privadas como FSC (Forest Stewardship Council) e ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

RÓTULO
Os consumidores devem procurar o selo no rótulo. Se a origem for desconhecida, devem procurar saber mais sobre o certificador. Se for da própria empresa, precisam conferir se ela explica quais foram os critérios para a sua emissão.

“O consumidor deve verificar o quanto as empresas deixam claro a metodologia e desconfiar de informações evasivas”, alerta Adriana Charoux, do Idec (Instituto de Defesa do Consumidor).

Guias como o Catálogo Sustentável (http://www.catalogosustentavel.com.br/), da FGV, e o Manual de Consumo Sustentável (http://www.idec.org.br/consumosustentavel/), do Idec, ajudam na consulta.

O selo do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade Orgânica, lançado em janeiro pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), é outra ferramenta para os clientes na hora da compra.

“Traz segurança ao consumidor porque garante que a compra é realmente orgânica. Antigamente, qualquer produtor estampava a palavra orgânico no rótulo”, explica Luiz Mazzon, diretor do grupo Ecocert, uma das certificadoras credenciadas para concessão do selo.”

Por:
Mariana Moraes
Tags:
Folha de São Paulomarketingselosustentabilidade

Interatividade

Curso: Marketing no Google para ONGs

Você já pensou na visibilidade que sua instituição terá aparecendo na primeira página do Google? O site de busca é uma ferramenta bastante efetiva para divulgar qualquer entidade e uma boa estratégia de marketing para alavancar negócios. No caso de entidades do terceiro setor, pode servir de peça chave para a captação de recursos. Para aprender a usá-lo com mais eficiência, participe do curso “Marketing no Google para ONGs – Como usar a ferramenta para dar visibilidade a sua ação e captar recursos”, que acontece no dia 1 de junho, em São Paulo.

Conteúdo programático: 

  • Comportamento de busca – entenda como o voluntário, doador ou patrocinador realizam buscas no Google; 
  • Por que investir em Marketing de busca?
  • Como identificar as principais palavras-chave da área de atuação da ONG; 
  • Cauda longa e search marketing: mercado de massa versus mercado de nicho; 
  • Diferenças entre busca orgânica e busca paga; 
  • Links patrocinados (AdWords) – saiba como usar anúncios pagos do Google
  • Google Grants – publicidade gratuita para ONGs no AdWords. 
  • SEO (Search Engine Optimization) – otimizando seu site para aparecer de forma natural; 
  • Como o Google classifica os sites?
  • Conteúdo é rei; 
  • Fatores de rankeamento do Google; 
  • Introdução ao Google Analytics; 
  • Redes sociais nos negócios.

 Saiba mais: Marketing no Google para ONGs

Por:
Mariana Moraes
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captação de recursoscursoGooglemarketingOng's

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